sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Bebida de boteco

  

Já tentei escrever um monte de coisas para esse Fanzine.
E ao mesmo tempo pro outro.
E sinceramente se eu puder acho que me tornarei um jornalista.
hahahaha.
É estranho, mas acho que to gostando desse tipo de trabalho.
Às vezes eu fico até tarde da noite, e tenho milhares de idéias, pego meu caderno,
e fico escrevendo milhares de coisas pra não esquecer.
Nem que eu escreva besteiras.
Durmo pensando no que escreverei amanhã,
E quando surge algo eu ligo a luz, pego a caneta e o caderno e escrevo,
pois eu sou muito esquecido. hahahaha.
Sou assim mesmo
Então, to mudando completamente minha rotina,
quase nem estou saindo de casa, e estou maneirando mais meus os meus vícios,
esse é o motivo que me faz trabalhar mais.
É lógico ainda estou vivo eu ainda dou um role pela rua no final da tarde, fico na praça assistindo o fluxo de pessoas na rua,
aos fins de semanas vou encontrar com os amigos e beber um pouco...
afinal também sou filho de Deus. hahahaha.
Desde criança eu gosto de desenhar e escrever, se eu tivesse guardado,
mostraria pra vocês minhas anotações.
Outro dia eu encontrei um poema que era pra ser uma musica da minha primeira banda isso em 2005,
Estava jogado no meio de uma antiga escrivaninha onde guardava meus desenhos.
Eu encontrei muita coisa que eu achei foda que pra época, eu tinha 16 anos, uma vida completamente desregrada, rebeldia, álcool, drogas e tudo mais. Mais isso é uma estória que deixarei pra outro dia.
Uma das minhas maiores paixão é escrever e compor, ter uma banda de punk rock.
Pode não parecer mais é uma caso sério de amor extremo, hahahaha.

Sinceramente, esses tipos de coisas eu não faço pensando o que as pessoas querem ouvir ou ler, nesse caso eu sou um fdp de um egoísta, eu faço por mim.
Minhas angustias e idéias, quando subo num palco eu extravaso toda minha raiva.
Falo mal se puder, falo merda, mando todo mundo tomar no cú,
e não respeito a nenhuma regra que possa existi no local.

Cada vez que eu faço isso, eu me sinto muito aliviado, mais leve, tiro aquele nó da garganta.
Acho que por isso estou fazendo Fanzine.
Mesmo que saia com erros ortográficos eu procuro passar pras pessoas o que to sentindo, e me sinto mais completo.

Eu me amarro em escrever coisas no meu Orkut, e mandar para os amigos.
Mas sou fãn mesmo é do papel e da caneta, tudo do jeito antigo.
Entregar pessoalmente e sentir a satisfação pessoal, e depois saber o que a pessoa achou ver o quarto uma zona, papel pra um lado, canetas e grafite pro outro,
poemas perdidos cola derramando no chão, enfim aquela zona toda.
Eu sou viciado em fazer fanzine também porque eu deixo o meu quarto um caos.
hahahaha.

Depois que termino, eu pego um trocado e tiro um exemplar pra ver como ficou,
depois dou o ultimo retoque e "já uera", "o vaitisse".
Depois vou a qualquer lugar onde tire xérox, e tiro os exemplares. Já me tornei inimigo de muitas dessas papelarias, já ouvi muita bronca, pois eles sempre deixam falhas, e eu peço pra eles tirarem de novo.
Passo um tempinho esperando ela terminar, pra depois eu ver todos os erros. hahahaha
É disso que eu gosto de toda essa correria.
E gosto não se discute...
Em menos de um ano deixei de ser um junkie sedentário,
pra ser um junkie, fanzineiro, meio sedentário. Já é um grande passo. hahaha.
Ainda sou jovem, ainda tenho muita coisa pela frente, pra fazer e contar pra vocês.
To com milhares de problemas pessoais, se eu pudesse contar tudo eu contava,
mas isso vou deixar vocês entenderem em algum manuscrito.
Só sei que fiz um monte de coisas que só atrasou a minha vida...
Talvez eu tenha sorte de ter amigos que ainda me aturam quando estou bêbado, (mas porra, todos bebem que também são meio pé no saco).
Como diria o Diego: - "porre é uma raça muito unida!”.
Hahahahahaha.
Eu vou está distribuindo a segunda edição a parti do dia 15/04, se tudo der certo!
E é isso.
Está acabando a primeira edição do bebida de boteco,espero que tenham gostado .
PS: dúvida, intrigas, troca de idéias ou qualquer outra coisa meu contato está na capa de traz.
Cheiro

Paz, sorte e amor