sábado, 15 de maio de 2010

viajem pro casamento part. 2 (gente feia exite em qualquer lugar do mundo, pelengo pra ir se diverti)

No aeroporto de Belém passamos uns 15 minutos esperando minha irmã e meu cunhado, enquanto esperava eles chegarem me bateu uma vontade de fumar, mas não podia porque me deixaram fudido cuidando das malas enquanto meu pai fumava fora do aeroporto e minha mãe e a minha tia ficaram olhando as malditas lojas do aeroporto.
Até que fiquei puto porque “porra todo mundo fazendo o que gosta e eu fudido”.
Enquanto isso a única coisa que eu podia fazer, era olhar tudo de longe, e andar poucos metros de distâncias das malas, ou ficava olhando aquelas placas no teto, onde mostra um ponto turístico de alguma cidade, e então uma pergunta e tem as alternativas.
Até me diverti um pouco, logo minha irmã chegou “foram os 15 minutos mais longos até hoje”.
Arrumamos tudo no carro, e fomos embora.
Esse dia estava mais afiado que o normal, enquanto apreciava a cidade e minha irmã dizendo cada local, eu soltei logo um comentário e disse:
-Égua mas nessa cidade só tem gente feia!
Hahahaha
O meu cunhado disse que se eu falasse aquilo no casamento eu iria ser espancado.
Então continuamos indo pra casa dele, enquanto eles falavam, eu quieto apertado, enquanto alternava meus olhares entre os admirados prédios e aquelas pessoas feias.

Pelo amor de Deus, a ultima vez que tinha visto tanto fluxo de gente feia na minha vida, foi no aniversário de Monte dourado, onde abriram a porta do inferno e só saíram os mais feios. 
Ou então no Poeira bar onde o slogan é uma puta propaganda enganosa “Poeira bar, lugar de gente bonita.” É tudo mentira, la é um lugar onde, vai malacos, putas, playboys que curtem melody, enfim é um caldeirão.
Lá é um lugar aberto então o negocio é tenso, e escroto.

Mas voltando ao assunto, cheguei à casa da minha irmã, uma casa bem bonita, aparentemente de classe média, localizado em um bom bairro.
Cheguei lá conheci meus aposentos, quarto no fundo do quintal.
 A distância dera de 10 metros da casa principal.
Daí eu conheci as irmãs do meu cunhado, a sogra da minha irmã, pessoas legais, brincalhões, e apoiavam minha vida regrada a álcool, rua, e curtição.
Sempre dava voltas no quarteirão enquanto fumava uns cigarros.
Até o tédio me pegar, sorte que meu cunhado liberou o notbook dele e fiquei na net ele colocou um nitendo WI, então comecei a baixar as musicas e ver vídeos.
Tirando isso eu não tinha nada pra fazer a não ser andar pelo quarteirão, fumar e olhar as pessoas de cima do da varanda do segundo andar, onde toda noite via as estrelas deitado no chão, e olhava o céu nenhum pouco iluminado.
Então meus amigos que tinha mandei mensagens, liguei e nada... foi o um puta tédio jogar vídeo game ficar na net, fumar isso até uma 7 e pouco da noite, quando saímos pra conhecer alguns pontos turísticos, fomos no ver-o-rio e descobri que ele foi o primeiro aeroporto de belém “fluvial”.
Agora é uma praça, um porto, enfim, não entendi direito o que é agora, mas fomos pra la, na volta passamos pelo centro histórico de Belém, onde o que reina a vida noturna la são os lindos travesti, que ficam ridiculamente em cima dos carros mostrando sua bundas másculas.




Iauhdiauhduiashduiasd, juro, que por alguns segundos eu me apaixonei por uma deles, até o momento em que o meu cunhado desmascarou todas elas, então a risada foi imediata.
A parte mais engraçada da noite foi quando meu cunhado buzinou pro travesti e ele acenou e chamou.
Foi ilário.
Então voltamos pra casa, felizes e contentes. Então meu colchão molhou e dormi num outro onde minhas costas ficaram completamente fudidas e tive que fazer pedir pra minha mãe fazer uma massagem pra dar jeito, e não deu nada e a convivência com a minha tia já estava se tornando um saco, “enjoada, conservadora, autoritária”.
 Ela soltou logo sua agulhada:

-porquê você não dormiu no chão?

Eu cinicamente respondi: “porque estava muito frio!”.

Até que eu liguei pro Everton marcamos de nos encontrar na frente da casa de casa.
Fiz tudo o que tinha de fazer, e fui pra varanda quando ia acender um cigarro ele aparece.
Eu fiquei felizão quando vi, eu desci sorrindo e gritando pela casa, feito louco.
A tia do meu cunhado pensa que sou um don Juan... hahahaha
Disse pros meus pais que ia só dar uma volta pelo bairro e tomar umas cervejas com meu velho e bom amigo.
Daí nós fomos à casa de um outro amigo, eu me localizei perto da casa de quase todos que conheço e que morou em Monte Dourado.
 Agente foi e eu botando pilha pra gente beber, em plena tarde, então encontrei um ser de boina e cabelo vermelho, e um rapaz serio, calado e com a aparência de reservado.
Enquanto a garota era uma matraca...
hahahaha
Então tive o primeiro contato com Letícia e o Alex.
Então botamos tanta pilha que conseguimos levar Everton para um bar, um bar massa perto do bosque, onde era enfeitado com disque e com um bom pop rock nacional.
Primeiro pedimos uma Skol 3.50 “eu cheguei pro dono do bar e disse dar um chute no meu saco que dói menos”.
Então comecei a trocar idéia com o cara e ele gostou da idéia, e também por que na hora que eu fui comprar cigarro ele pediu pra eu comprar pra ele e trouxe o troco certo.
Então passamos pra glacial, que era 2 e uns trocados, tomamos bastante e ficamos meio baqueado quando surgiu um bolo de chocolate.
Ele disse pra gente que tinha um amigo dele chegando e se agente pudesse bater parabéns pra ele, seria uma boa.
Então fizemos o que pedimos e mais um comentário saiu de minha boa.
- cantamos parabéns e batemos palma, agora libera uma por conta da casa!

Hahahaha

Então deu a hora da Letícia ir pra castanhal e então eu fiz um comentário dizendo que eu queria conhecer castanhal.
Então eu do nada Alex disse que não conhecia, daí ficamos discutindo se íamos ou não.
Ficamos um tempo tomando a ultima, até que...

Ah, cansei!

Amanhã termino de contar a história.

Continua!



Um comentário:

  1. uahuashusas
    Quantas aventuras num lugar onde sempre escuto ser comum... rs* Eita que jah to esperando o próximo..
    Bjin*

    ResponderExcluir