sexta-feira, 21 de maio de 2010

viajem pro casamento part. 3 ( Belém - Castanhal - Belém, um bebum no casamento)

Então, decidimos ír, já tínhamos o carro, o motorista, os passageiros, faltava as necessidades básicas, um cd cheio de musica, saber o caminho, e passar na faculdade onde Alex estuda, e ele tirar a desculpa...

Até então, beleza. Fomos à faculdade e depois fomos a casa dele, demoramos um tempão esperando ele gravar o cd, enquanto isso estávamos na garagem do prédio onde ele mora....
Ele chega e começamos ouvir demos do ramones, até as mais enjoadas, nos perdemos, e ficamos andando em circulo um tempão pelo centro de Belém, até encontrarmos o caminho, paramos num posto, e fizemos uma comprinha básica, umas latinhas de cervejas, cigarros e gasolina, e fomos embora, entre um gole, de cerveja, um trago de cigarro, eu olhava um fluxo de carro tão grande...
Logo rolou o trânsito e buzinadas por todas as partes.

Eu sempre levo comigo, que quando estamos no meio de um trânsito, cada buzinada que escuto, é uma mãe sendo xingada, um chifre surge na cabeça do motorista, e por ai vai.

 Passamos um bom tempo no meio do trânsito, afinal tínhamos ido à hora do rush.
Chegamos à auto-estrada, ouvindo ramones, tomando cerveja, todos estavam indo quase a cega, quem era o guia era o Everton moycano.

Sinceramente eu só pensava numa música do dance of days chamada:
Interlúdio para um bar de estrada.
Enquanto olhava a BR pelo farol e a escuridão, rapidamente me imaginei aqueles filmes de terror... ou num de comedia bem cult, que esqueceram como fazer nos dias de hoje...
E eu nunca vi um cara pra conhecer o caminho tão bem como o Everton
 
Um bom tempo depois. Paramos em um outro posto e batemos na sala de conveniência...
A Letícia queria levar só as cervejas mais caras, e nisso já estávamos quebrados.
Estávamos por conta do Alex a essa altura do campeonato.
Fomos indo e chegando a Castanhal eu vejo o cristo redentor quando era criança... Hahahaha!

 Fomos indo deixar a dona Letícia na casa dela, num gueto, e ela já parecia está bem bêbada, ela estava explicando o caminho da casa dela, e quando éramos pra dobrar pra esquerda, ela disse direita, e quando íamos dobrando pra direita ela disse é pro outro lado.
Hahahaha.
Chegamos a casa dela tomamos nossas cervejas, conversamos e decidimos voltar, e a mãe da garota, começou a brigar com ela, e eu e meu amigo já queria ir...
A mãe dela tava bem dizer expulsando agente de lá, até que ela convenceu. Agente dormir na casa dela.
Ela estava com sede de bebida, e arranjou um saquê e tomamos estava muito cansado àquelas horas “Aquela região de Belém sempre me deixa com sono cedo”, e dormir,
Eu só ouvia entra e sai conversas e risadas e apaguei.

No outro dia de manhã eu acordei e como sempre eu faço, finjo que estou dormindo, e todos estavam batendo papo, e eu só ouvindo a conversa deles. Teve uma hora que a mãe dela, disse que agente tava se drogando, e começou uma conversa la até que o negocio foi ficando serio, e eu só na minha.
Depois quando estavam num clima estava de paz acordei.
Daí a mãe da garota disse pro meu amigo que ele parecia um professor que ela teve.
E ele era muito bonito... Hahahaha.
Tomamos café com cuscuz “eca”, e depois uma missão de levar um cachorro pulguento e cheio de carrapatos pra um canil “eu acho” sei que ficamos enrolando por lá um tempão até que bateu o sono, só que aquela casa por excesso de cachorros pulguentos tinha muita pulga, e com medo de dormir ali na cama da garota, enquanto um ficando acessando a NET dela, o outro tocava os “50 maiores sucesso de ramones” num violão sem uma corda, e a outra ficava arrumando suas coisas, pois ela ia embora pra São Luis do Maranhão, ela estava me convencendo a ir com ela e dizer que eu tinha sido assaltado e tudo mais, até conseguir uma grana legal, e eu mais dormindo que acordado perguntava se ela comia merda.
Então deu a hora de levar o cachorro pulguento pra onde tínhamos que levar.
Fomos embora até chegar num distrito, e ficamos sem rumo até que um cara decidiu adotá-lo, eu olhava pra ela, ela estava lagrimando.
E depois disso fomos há um bar ali pelo centro de Castanhal mesmo, tomamos 3 cervejas e tinha uns policiais apaizana numa praça do outro lado da rua, daí a cerveja acabou e decidimos dar um tempo na praça até os policiais irem, na hora que eles dobraram uma esquina agente foi embora, fomos parar num shopping.... Tomamos mais 2 ou 3, e fomos lá com a mãe da garota, ela pediu dinheiro pra almoçarmos e depois fomos numa churrascaria de R$ 4,50, era comida pra animal, daí eu fiz amizade com o dono da churrascaria dizendo que não era da cidade só tava passando uns dias na cidade, conhecendo o lugar e talz. Daí toda hora o cara ia lá conversava e fez um desconto e fez por R$: 4, 00, e fomos a casa dela nisso ela ia voltar com agente pra Belém, estávamos cansados e com sono. Pegamos as coisas dela, e pegamos estrada de volta, a garota deitou no meu colo, e eu dormir caiu uma chuva típica da região, enquanto eu dormia lá no fundo ouvi um barulho de freada, e me espanto rapidamente olhando pra um lado e pro outro pensando que tinha rolado acidente, perguntei o que tinha acontecido daí Everton diz que o Alex “o motorista” cochilou no volante. Um pouco depois disso, minha mãe me ligou pro celular do Everton, ele disse que já estávamos chegando.
Chegando a Belém fui direto pra casa da minha irmã.
Minha mãe muito puta comigo, meu pai me dando bronca e minha tia me chamando de irresponsável, e eu com calado na minha e relaxado bem “dane-se vocês, to porre mesmo” tomei meu banho e me arrumei. Uns 30 minutos depois a cambada foi pra igreja que não era ali na outra esquina, fiquei lá na frente da igreja com a maior cara lavada, e fui sentar num daqueles malditos bancos de madeira, estudei todos o ambiente e ela é mais uma típica igreja católica.
Era 2 casamentos em 1, quando entrou o primeiro casal nem me importei mais quando foi a minha irmã e vi as lágrimas caindo de seu rosto e ela com uma cara de choro, juro meu queixo deu uma tremidinha, passamos um bom tempo em pé e eu nem me agüentava mais, depois que sentamos eu baixei a cabeça e coloquei minha entre pra fingir que estava pensativo, só que na verdade estava cochilando, tinha um coroa do meu lado e do outro lado sentou um cara e ficaram conversando e eu fiquei entre os dos ouvindo a conversa, sei que um se levantou eu acho e me assustei, nessa hora o padre estava falando uma teoria sobre o casamento e fazendo uma comparação com as estações.
E todo mundo estava sorrindo, e eu perdido no meio daquela multidão, depois disso foi aquelas juras de casamento e acabou e jogamos arroz e tudo mais, depois fomos pra festa e tomei mais cerveja, eu estava entediado, bêbado e com sono.
Se não fosse o sobrinho do meu cunhado toda hora ir me perturbar e ficar brincando comigo eu dormiria ali mesmo.
Encontrei uns amigos que moraram há muito tempo atrás na rua da minha antiga casa.
E ficamos conversando um bom tempo até que eles foram embora, um pouco mais cedo, foi divertido tirando a parte do violinista cafona “porém muito bom” que me deixava com mais sono ainda.
Quando estava quase pra dormir minha mãe disse que já íamos embora, cheguei na casa da minha dormi num tapa, enquanto meu pai, minha mãe, e meu pai ficavam falando de sobre a festa.
No outro dia quando acordei, minha irmã disse que vieram uma menina e dos rapazes atrás de mim, ela bem dizer expulsou, quando fiquei sabendo fiquei puto e disse que era pra ter me falado pra pelo menos ir lá falar com eles.
E tomei meu café e fiquei na sala assistindo a TV, e fui lá pra trás e ficamos conversando com as cunhadas da minha irmã, e começamos a tomar cervejas o resto da cerveja da noite anterior. Quando foi umas 3 ou 4 da tarde marquei com um amigo meu pra ele passar lá pra irmos na praça da republica tomar uma birita, botamos o papo em dia no ônibus e depois fomos em uma loja de acessórios de rock compramos um boton e continuamos indo lá com a mina do cara.
Então voltamos pra praça da bandeira até umas 6 da tarde quando decidimos um duelo de limão “corote” ele me deixou bebendo sozinho, depois fomos à casa de alguém pra fazer não sei o que.
Sei que eu já tava trebado. Ainda dei um esparro num emo empolgado, depois disso fiquei trocando idéia com um maluco até meus parceiros me deixaram na mão isso agente já ia emendar pra outro canto e o pessoal de casa ia pra Mosqueiro.
Então, conheci outro garoto que ia pro mesmo rumo que eu, e ele me disse onde parar. E foi de boa cheguei em casa de boa, toquei a campainha e pedi pra eles abrirem a porta pra mim.
E nessa hora tinha lembrado que meu tinha voltado de viajem no mesmo dia fiquei meio mal, mas tudo bem, então minha tinha disse que eu era muito folgado daí eu disse que “se ela não conhecia ninguém com quem sair de noite o problema não era meu, e tinha que parar de encher o saco”.
No outro dia quando acordei todo mundo arrumando as coisas e eu não entendi direito, mais íamos pra Mosqueiro, e fui na barca.

To be continued...

sábado, 15 de maio de 2010

viajem pro casamento part. 2 (gente feia exite em qualquer lugar do mundo, pelengo pra ir se diverti)

No aeroporto de Belém passamos uns 15 minutos esperando minha irmã e meu cunhado, enquanto esperava eles chegarem me bateu uma vontade de fumar, mas não podia porque me deixaram fudido cuidando das malas enquanto meu pai fumava fora do aeroporto e minha mãe e a minha tia ficaram olhando as malditas lojas do aeroporto.
Até que fiquei puto porque “porra todo mundo fazendo o que gosta e eu fudido”.
Enquanto isso a única coisa que eu podia fazer, era olhar tudo de longe, e andar poucos metros de distâncias das malas, ou ficava olhando aquelas placas no teto, onde mostra um ponto turístico de alguma cidade, e então uma pergunta e tem as alternativas.
Até me diverti um pouco, logo minha irmã chegou “foram os 15 minutos mais longos até hoje”.
Arrumamos tudo no carro, e fomos embora.
Esse dia estava mais afiado que o normal, enquanto apreciava a cidade e minha irmã dizendo cada local, eu soltei logo um comentário e disse:
-Égua mas nessa cidade só tem gente feia!
Hahahaha
O meu cunhado disse que se eu falasse aquilo no casamento eu iria ser espancado.
Então continuamos indo pra casa dele, enquanto eles falavam, eu quieto apertado, enquanto alternava meus olhares entre os admirados prédios e aquelas pessoas feias.

Pelo amor de Deus, a ultima vez que tinha visto tanto fluxo de gente feia na minha vida, foi no aniversário de Monte dourado, onde abriram a porta do inferno e só saíram os mais feios. 
Ou então no Poeira bar onde o slogan é uma puta propaganda enganosa “Poeira bar, lugar de gente bonita.” É tudo mentira, la é um lugar onde, vai malacos, putas, playboys que curtem melody, enfim é um caldeirão.
Lá é um lugar aberto então o negocio é tenso, e escroto.

Mas voltando ao assunto, cheguei à casa da minha irmã, uma casa bem bonita, aparentemente de classe média, localizado em um bom bairro.
Cheguei lá conheci meus aposentos, quarto no fundo do quintal.
 A distância dera de 10 metros da casa principal.
Daí eu conheci as irmãs do meu cunhado, a sogra da minha irmã, pessoas legais, brincalhões, e apoiavam minha vida regrada a álcool, rua, e curtição.
Sempre dava voltas no quarteirão enquanto fumava uns cigarros.
Até o tédio me pegar, sorte que meu cunhado liberou o notbook dele e fiquei na net ele colocou um nitendo WI, então comecei a baixar as musicas e ver vídeos.
Tirando isso eu não tinha nada pra fazer a não ser andar pelo quarteirão, fumar e olhar as pessoas de cima do da varanda do segundo andar, onde toda noite via as estrelas deitado no chão, e olhava o céu nenhum pouco iluminado.
Então meus amigos que tinha mandei mensagens, liguei e nada... foi o um puta tédio jogar vídeo game ficar na net, fumar isso até uma 7 e pouco da noite, quando saímos pra conhecer alguns pontos turísticos, fomos no ver-o-rio e descobri que ele foi o primeiro aeroporto de belém “fluvial”.
Agora é uma praça, um porto, enfim, não entendi direito o que é agora, mas fomos pra la, na volta passamos pelo centro histórico de Belém, onde o que reina a vida noturna la são os lindos travesti, que ficam ridiculamente em cima dos carros mostrando sua bundas másculas.




Iauhdiauhduiashduiasd, juro, que por alguns segundos eu me apaixonei por uma deles, até o momento em que o meu cunhado desmascarou todas elas, então a risada foi imediata.
A parte mais engraçada da noite foi quando meu cunhado buzinou pro travesti e ele acenou e chamou.
Foi ilário.
Então voltamos pra casa, felizes e contentes. Então meu colchão molhou e dormi num outro onde minhas costas ficaram completamente fudidas e tive que fazer pedir pra minha mãe fazer uma massagem pra dar jeito, e não deu nada e a convivência com a minha tia já estava se tornando um saco, “enjoada, conservadora, autoritária”.
 Ela soltou logo sua agulhada:

-porquê você não dormiu no chão?

Eu cinicamente respondi: “porque estava muito frio!”.

Até que eu liguei pro Everton marcamos de nos encontrar na frente da casa de casa.
Fiz tudo o que tinha de fazer, e fui pra varanda quando ia acender um cigarro ele aparece.
Eu fiquei felizão quando vi, eu desci sorrindo e gritando pela casa, feito louco.
A tia do meu cunhado pensa que sou um don Juan... hahahaha
Disse pros meus pais que ia só dar uma volta pelo bairro e tomar umas cervejas com meu velho e bom amigo.
Daí nós fomos à casa de um outro amigo, eu me localizei perto da casa de quase todos que conheço e que morou em Monte Dourado.
 Agente foi e eu botando pilha pra gente beber, em plena tarde, então encontrei um ser de boina e cabelo vermelho, e um rapaz serio, calado e com a aparência de reservado.
Enquanto a garota era uma matraca...
hahahaha
Então tive o primeiro contato com Letícia e o Alex.
Então botamos tanta pilha que conseguimos levar Everton para um bar, um bar massa perto do bosque, onde era enfeitado com disque e com um bom pop rock nacional.
Primeiro pedimos uma Skol 3.50 “eu cheguei pro dono do bar e disse dar um chute no meu saco que dói menos”.
Então comecei a trocar idéia com o cara e ele gostou da idéia, e também por que na hora que eu fui comprar cigarro ele pediu pra eu comprar pra ele e trouxe o troco certo.
Então passamos pra glacial, que era 2 e uns trocados, tomamos bastante e ficamos meio baqueado quando surgiu um bolo de chocolate.
Ele disse pra gente que tinha um amigo dele chegando e se agente pudesse bater parabéns pra ele, seria uma boa.
Então fizemos o que pedimos e mais um comentário saiu de minha boa.
- cantamos parabéns e batemos palma, agora libera uma por conta da casa!

Hahahaha

Então deu a hora da Letícia ir pra castanhal e então eu fiz um comentário dizendo que eu queria conhecer castanhal.
Então eu do nada Alex disse que não conhecia, daí ficamos discutindo se íamos ou não.
Ficamos um tempo tomando a ultima, até que...

Ah, cansei!

Amanhã termino de contar a história.

Continua!



quinta-feira, 13 de maio de 2010

viajem pro casamento part.1 (A felicidade ressacada do tédio) escala em Macapá.

Belém, Belém... Lembro como se fosse ontem quando fui lá prestigiar o casamento da minha única irmã.
Não fizemos um vôo direto de Monte dourado pra Belém, somos “unhas de fome” de mais pra esses tipos de coisas.

Então fomos por Macapá, pegamos o ônibus e fomos chegamos ao final da tarde, e eu morto de ressaca, fui ver os amigos, fiquei na primeira parada e falei com um bom amigo que tenho, dei um tempo lá e fui pra casa da minha tia, ficamos lá até 11 da noite, pois iríamos pegar o avião das 1 e pouco da madrugada.
Cheguei ao aeroporto, doido pra sentar no saguão de espera, e tomar um belo café... Foi de boa sentei num lugar bem legal, com um clima agradavel, e logo surgiu uma garota que me chamou bastante atenção.
Um jeito delicado e inocente, e eu largado com uma de minhas camisetas femininas, calça rasgada e um coturno, e morrendo de sono, pois a ressaca e a viajem não ajudaram em nada.
Mas voltando a garota, e ela sentou na minha frente, eu fiquei um tempão tremulo, e com uma caneta daquelas que aperta aparece a ponta, aperta de novo a ponta some, enquanto isso ela trocava olhares comigo e tomava uma dose de refrigerante.
E eu comecei a escrever coisas na minha mão, na minha calça, peguei um bloco de papel (que se perdeu na casa da minha irmã). Daí eu fui pra lanchonete que tem no aeroporto peguei uma ceda e voltei ao meu devido lugar... Então comecei a desenhá-la...
E deixei um recado embaixo do desenho: - Desculpe por não sair perfeito, mas fazer o que? Estou tremendo de frio, e não tenho nada decente pra apoiar meu braço. Coloquei o meu msn e dei pra ela, ela riu de mim, mas não foi uma risada de mau gosto “pelo menos foi isso o que ela me disse horas depois”.
Então ela sentou do meu lado e começamos a conversar com se já nos conhecêssemos há anos, falamos sobre a vida, sonhos, planos, enfim tudo.
Então o vôo atrasou e não poderíamos sair de lá porque eles não davam nenhum tempo certo, então ficamos conversando até o sono chegar. Demorou um bom tempo e o sono chegou, ela segurou minhas mãos e encostou a cabeça no meu ombro, eu fiquei assustado com aquilo e ao mesmo tempo veio um singelo sorriso de felicidade, logo depois eu encostei minha cabeça na cabeça dela e dormir.

Minha mãe disse que parecíamos um casal de namoradinhos esperando o avião, chegar...
Então minha mãe me acorda desesperada, pra não perder o avião e nessa loucura, eu me despedir da doce garota, com um beijo na sua testa.
E a ultima visão que tenho dela é na hora que ela me dar um tchau baixinho.
Entro no avião e procuro um lugar pra sentar, mas antes disso ainda fiz uma velha piada só pra deixar meus pais e minha tia envergonhada.

Eu disse:
- Gente, onde que eu ato minha rede?
E com essa descontração decolamos, e eu danado esperando o wisky do avião pra ver se recuperava a energia que perdi em 2 noite e 1 dia, o que me ofereceram foi água e suco.
¬¬
Eu fiquei puto e pedi água, enquanto tomava uma dose de água, apreciava uma bela vista das nuvens e um lindo sol radiante. Coloquei meus óculos escuros, fiquei degustando a água, e olhando aquela bela paisagem natural...
E assim chegamos ao Aeroporto de Belém...

continua no próximo episódio!

 

sábado, 8 de maio de 2010

É né uma homenagem para ekas



Se dissesses que te amo mesmo com tantas intrigas?
como aquelas histórias,
que sei, me dizia quando ia dormir,
meus sonhos ainda vivem de suas palavras,
meu corpo ainda sente o seu calor
me cobrindo nas noites frias e escuras
que eu tinha medo...
Mas agora eu sinto...

estou sofrendo sem querer.
você corta minhas asas para que
não possa fugir,  para que
nunca tenha que olhar meus frágeis braços
se despedir de ti.

Tão estranho quanto nossas brigas
e te perder de minha vista
pra sempre
nunca te deixo me ver chorar
pra poder me entregar completamente ao mundo
pra me entregar aos vicios da vida
porque não gosto de esconder...

Durante esse tempo todo
você fez alguns querer
sem ver que estava errada
suas palavras as vezes faz-me emputecer.
Mas hoje faço tudo ao contrario...
mesmo sendo uma parte de ti
mas minhas palavras confundi tudo
mesmo seguindo outro rumo em nossas vidas...

Lembro de quando ainda era uma criança,  era super mimado por eles, mas sempre que pisava na bola eles me metiam uma bela surra.
me mãe sempre me protegia, me acobertava, me dava uma beliscada, até hoje ainda faz isso. hahahaha.
Enfim, hoje eu não estou aqui pra falar de mim, e sim delas, as supostas mulheres de nossas vidas, elas que são nossas advogadas quando nossos pais estão tiranos.
Acho que se dependesse de muitas mães, nunca sairiamos das asas delas.
Minha mãe e eu, temos um caso de estranho amor, toda dia nós brigamos, todo dia ela me expulsa de casa, todo dia ela joga coisa na minha cara.... hahahaha.
 Simplismente relevo, pelo fato de me ter colocado nesse caos, então cuide de mim...
(Pense o que quiser de mim, mas isso é o que penso e to pouco cagando para as tuas idéias.)
Mas no final do dia, quando ela vai dormi, e eu continuo apodrecendo na frente do pc ela vem me dá um beijo na cabeça e me deixa um boa noite... hsuhsushushsuhsus.

Até que gosto as vezes trato nossa relação aqui em casa como um daqueles jogos que ficam uns idiotas confinado numa casa.
Agora estamos mais calmos, antigamente qualquer briguinha era motivo pra passar semanas longe de casa.
Minha mãe na minha infânca sempre foi presente. Sempre me deu o que pedia, mesmo depois de anos. minha familia sempre foi estabilizada financeiramente, "não somos ricos" lembro na fase negra da familia em que sobreviviamos com pouco capital, pois meu pai estava sem emprego e com dinheiro começou seu novo negocio e comprou a casa onde vivo agora... ela conseguiu comprar minha bateria, tirar a carteira de motorista do meu irmão. 

E eu sempre nessa vida "junkie", nunca me preocupei muito, mas la no fundo quando estou longe dela bate aquela saudade, de nossas discurssões diárias, sempre sinto falta de sua maneira de cozinhar, enquanto conversamos sobre a vida na cozinha....

Enfim acho que tenho esse nojento sentimento chamado "amor" por ela....

"me deixaste nessa vida pra sofrer?"

E assim deixo minha singela homenagem a ela!

Paz, sorte e amor!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Perdido no meio do nada (durante 21 anos procurando lugar nenhum).


Eu não quero mais assistir esse filme em que agente ria tanto,
agora não tenho mais medo errar
pois nada destrói a minha rotina.
E nunca faço nada pelas leis da vida...
E não vou brincar só de amar, e não cantar só sobre amor.
Porque no fundo a melancolia nos envenena...

Se eu ainda fosse adolescente...
Ainda se eu fosse adolescente, 
eu viveria tudo outra vez!

Cheguei da Rua, sentei no chão e comecei a ouvir Ramones.
Sabe? Agora lembro quando falávamos do futuro como um
Trabalho de final de semana badalado!
Velho amigo, vivo tão nostálgico...
Que até o final de uma maldita novela me deixa entristecido
Já nem sei, mas como acompanhar aqueles
que conviveram ao meu lado.
E por mais que eu tente mudar o mundo
eu serei o mesmo garoto tolo
Que passou a adolescência sonhando.

Alguém sempre irá julgar
seu conservadorismo prende nossa liberdade
suas antigas leis ainda são nossas inseguranças
que sempre acaba incriminado alguém que se veste diferente
foda-se, dane-se
suas idéias já são ultrapassadas.
Foda-se, dane-se
eu quero viver a minha vida!

Largue tudo e viva,
pois se não curtir
vai ficar sem experiência pra sorrir.
Vamos pegar uma barca
sem sentir o tempo, como uma poesia
que lembre de nós mesmos. 

          B.P